Será a defesa o melhor ataque?

A sobrevivência é um dos conceitos chave de um Jiu Jitsu talhado para fazer com que o mais fraco se iguale ou se sobreponha, a um mais forte. Uma fuga de quadril não é mais do que uma estratégia de sobrevivência´criada para nos desembaraçar de um adversário que nos domina por cima. Um arm drag não é mais do que o contornar daquilo que não queremos enfrentar pela frente, etc, etc.

Jiu Jitsu é estratégia…de sobrevivência. Claro que na defesa da nossa existência, o nosso jitsu faz “vítimas” pelo caminho, pois é uma Arte letalmente eficaz.

Na qualidade de faixa branca, o tempo que eu passo no tatame, eu passo-o a tentar sobreviver. Se rolar com um graduado ou com um daqueles faixas brancas que conseguem rebocar camiões TIR com os dentes, eu passo os 6 minutos a jogar à defesa. Pelo que considero imprescindível, para um faixa branca como eu, saber como defender um ataque das costas, mais do que saber atacar pelas costas, ou saber como tirar um adversário da montada, mais do que saber como reter a montada.

Embora o jogo ofensivo seja importante, aliás nem sei bem como é possível separar a aprendizagem de um e de outro, a verdade é que desde que comecei a debruçar-me mais sobre os aspectos defensivos do jogo, a minha taxa de “3 tapinhas” desceu brutalmente. Pelo que não posso deixar de recomendar a todos os meus colegas da branca… gostam do armlock voador, do estrangulamento anaconda e do brabo? Preocupem-se antes com a fuga de quadril, a esgrimada e o Upa!

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por Zack

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